jan 24

esprei 4 horas pra tomar 4 pontos no dedo…
todo mundo la… sentadinho esperando… e tome cha de cadeira!
Fernando Flitz Katayama
Toronto On CA
www.pause4coffee.blogspot.com

On Jan 24, 2009, at 9:08 PM, Alexei Barbosa de Aguiar wrote:

Nessa reportagem do Youtube
(http://br.youtube.com/watch?v=3DE2Fix8aVZWs&feature=3Drelated), uma
brasileira diz que só leva os filhos ao médico em caso sério porque o
atendimento é péssimo, quando consegue. Ela disse que teve uma
consulta
que ela desistiu depois de 5 horas de espera com duas crianças
impacientes.
Ai eu pergunto: É um relato isolado ? É assim mesmo, mas só em
Montréal ? Ou é assim mesmo nas outras cidades, por exemplo,
Vancouver ?


Alexei Barbosa de Aguiar
Verde Tecnologia
+55(85)8776.0801
+55(85)3474.5040
Skype: alexeiaguiar

written by Gustavo Paixão \\ tags: , , , ,

dez 03

Eu já sabia!

Parabéns cris e sandra!

Su Jo

ps. eeu to em cwb até domingo!

2008/12/3 Cristiano Teixeira

Olá, Pessoal!

Passamos na entrevista e estamos com o sonhado CSQ nas mãos! Segue o
relato:

-INDO PARA SÃO PAULO
Nuvens negras se abateram sobre Curitiba na segunda feira … além do toró
que deixou a maior confusão, acabamos saindo tarde do trabalho, nos
atrasamos e perdemos o nosso vôo para São Paulo sagunda à noite. Como era o
último vôo saindo de Curitiba, o jeito foi transferir a passagem para terça
pela manhã e torcer pra nada dar errado. Pra remoer a raiva de perder o vôo
e a falta de vontade gastar mais R$60,00 em táxi, pegamos o ônibus pra ir do
aeroporto de volta pra casa. Chegando em casa eu resolvi dar uma rearrumada
nos nossos documentos pra entrevista.
Terça feira, toca pro aeroporto pra pegar o vôo das 8:30. Deu um medão
porque, embora tivesse sol (coisa rara a essa hora em Curitiba), tinha um
nevoeiro exatamente em cima do aeroporto … mas, no fim, o vôo saiu
certinho. Chegando em SP, fomos direto pra região do bureau pra ficar
cercando até a hora da entrevista, que seria às 14:00. Chegando lá,
encontramos um casal daqui de Curitiba que conhecemos no Centre Québec
durante nossos cursos de preparação e imersão (tomara que tenham passado).
Como todo mundo que chega bem antes da hora da entrevista, matamos o tempo
no shopping D&D que fica em frente ao bureau.

-A ENTREVISTA
=C0s 13:30, fomos ao prédio do bureau e vimos o pessoal (Soraia Tandel, Eddie
Alcide, Judith Grenon …) saindo pra almoçar. Decidimos enrolar um pouco na
calçada e olhar o povo passar até umas 15 pras 2. Fomos anunciados, subimos
e ficamos na sala de espera junto com mais 2 casais e um rapaz. Um dos
casais (A. e L.) eram de Curitiba tb. Outro casal era de Recife e eles
tinham transferido a entrevista para SP (eram casal mas fazendo entrevista
em separado, pois eram noivos ainda). O outro rapaz eu não sei dizer ….
O pessoal voltou do almoço e começaram a chamar os candidatos. O casal de
recife acabou fazendo a entrevista junto com o M. Eddie Alcide (tomara que
tenham passado). Em seguida, o casal de Curitiba foi chamado pela Mme.
Judith Grenon. Dali a pouco, a Mme Soraia Tandel nos chama e começa a
entrevista.
Lembramos dos conselhos da Prof. Genevi=E8ve e fomos proativos desde o
momento de fazer os cumprimentos, creio que fez bastante diferença durante a
entrevista. A Mme Soraia começou nos explicando que o nosso dossier havia
sido analisado e ela ia fazer uma verificação e avaliação geral. Começou
pedindo o meu passaporte, notou o visto de séjour temporaire para o Canadá e
quis saber aonde tínhamos ido e por quanto tempo. Expliquei que fomos a
Ville de Québec visitar amigos por 4 dias e a Montréal por 2 semanas para
fazer um curso de francês. Já entreguei para ela o certificado do curso e a
carta de aceitação da escola. Ela pareceu bem satisfeita em ver que nós
tínhamos ido ao Québec para conhecer e aprimorar o francês.
Em seguida, pediu o meu diploma e histórico. Fez comentários em relação ao
curso ser de engenharia mesmo, já que a minha escola (CEFET-PR, atualmente
UTFPR) também possui curso de tecnologia e curso técnico. Perguntou o número
de anos do curso, quanto tempo demorei pra concluir e se deu por satisfeita.
Depois, quis saber sobre a minha experiência profissional e o que fazia
como engenheiro na empresa onde trabalho. Eu expliquei que era engenheiro de
desenvolvimento e blá, blá, blá. Perguntou o que eu queria fazer no Québec e
eu falei que queria trabalhar como engenheiro mesmo em Ville de Québec, mas
sabia que precisaria da aceitação da OIQ, mas que em VQ há o Centre RIRE2000
que auxilia os imigrantes durante o processo da OIQ.
Ela quis saber se já havia feito alguma procura de emprego e mostrei vagas
que achei no mercado interno da empresa que trabalho (que possui escritórios
no Canadá), vagas do Jobboom, Monster e EmploiQuébec, mostrando que haviam
boas ofertas em Ville de Québec, embora a maioria das oportunidades
estivesse em Montréal. Em seguida ela perguntou o que eu faria até obter a
aceitação da OIQ e eu disse que poderia trabalhar em áreas correlatas, mas
que não tinham o título de engenheiro, como Analiste Programmeur, etc.. Ela
se deu por satisfeita.
Depois, confirmou comigo que eu tinha feito francês na Aliança Francesa,
mas nem pediu a declaração de horas atualizada, só marcou lá no computador
que havia feito na AF mais um curso em Montréal.
Em certo momento, ela perguntou sobre filhos e a gente disse que ainda não
os tínhamos e que esperávamos para ter “des petits québecois” … hehehe.
A conversa estava bem descontraída e a minha esposa também falava. =C0s
vezes, a Mme Soraia cortava e dizia que ela que eu respondesse …
Depois, chegou a vez da minha esposa. A Mme Soraia pediu o diploma,
confirmou a experiência profissional, o que fazia no trabalho e só.
Logo após, se dirigiu a nós e proferiu a tão esperada frase “Félicitations,
vous êtes acceptés au Québec”. Disse que só iria organizar os dados no
sistema para imprimir o CSQ e depois passaria as informações para as etapas
seguintes.
O interessante é que para o nível de Inglês, ela simplesmente me perguntou
(em francês mesmo) se eu achava que falava melhor francês ou inglês.. Eu
respondi (em francês mesmo) que, para uma conversa do dia a dia, eu achava
que meu francês era melhor, já que o meu inglês é utilizado somente
profissionalmente para assuntos técnicos, com construções de frases mais
simples e que, embora falasse inglês há mais tempo, achava que o francês era
melhor. A minha esposa disse que não concordava muito, que eu falava bem
inglês, mas a Mme Soraia disse que tudo bem, ela ia marcar o inglês com um
nível um pouco abaixo do francês e que a gente não dependia desses pontos,
então eles evitam falar em inglês para não misturar na cabeça do
entrevistado … em momento algum pediu declarações nível de inglês.
Ao emitir o CSQ, para a minha surpresa, eu fui avaliado como francófono e a
minha esposa como NF. No sistema, ela tinha colocado o meu nível como 7
(avancé) e a minha esposa como 6(fin intérmediaire), numa escala de 1 a 10,
mesmo a gente tendo os mesmos cursos a gente achar que temos o mesmo nível.
Talvez tenha colocado assim porque acabei falando bem mais na entrevista, já
que era o requerente principal.
Depois, recebemos o Apprendre le Québec, algumas folhas com informações e
declarações e quis saber aonde tínhamos tomado conhecimento sobre o programa
de imigração e eu disse que foi pela entrevista que ela tinha dado à CBN ano
passado aqui em Curitiba e pela posterior palestra. Ela pareceu bem
satisteita e nos felicitou, disse que ficava muito contente por termos
escolhido Ville de Québec e nos desejou boa sorte. Saímos da sala bem
contentes e tentamos tranquilizar o pessoal que estava na sala de espera.

Bom, assim foi a entrevista. Mme Soraia não pediu muitos documentos, só
olhou bem os passaportes, os diplomas de engenharia e as carteiras
profissionais. O assuntos iam surgindo e eu sempre tentava dizer por mim
mesmo informações que eu sabia que ela iria acabar perguntando, como a
cidade para onde gostaríamos de ir.
Foi tudo tão tranquilo que nem me lembrei de marcar o tempo exatamente,
tudo se passou em torno de 30 minutos.

-A VOLTA
Saindo do bureau, descemos o elevador com o casal A. L. de Curitiba (eles
passaram também – Félicitations). Como estavam visitando parentes de carro,
gentilmente nos deixaram em uma estação de metrô para podermos chegar
facilmente à rodoviária (é isso aí … a ida é de avião, mas a volta é de
buzão). Se vocês estiverem lendo, faz favor de entrar em contato pra
marcarmos uma pizza de comemoração!
Pegamos o ônibus das 17:00 e chegamos aqui em Curitiba à meia noite e meia,
ufa!

Bom, é esse o nosso longo relato da entrevista de seleção! O bureau é bem
tranquilo, eles tentam deixar um ambiente de calma na sala de espera, a sala
aonte acontece a entrevista é bem agradável. Não tem o que se preocupar.
Ninguém está lá pra reprovar ninguém, basta manter a calma e deixar o
francês fluir.

Agradecimentos a A. e L. por nos ter ajudado ali na saída do Bureau (entrem
em contato), às nossas professoras do curso regular da Aliança Francesa
(Letícia, Rosangela, Julia, Nonô e Marisa), o pessoal do Centre Québec, com
a prof Genevi=E8ve, que nos deu dicas muito boas durante os cursos de
preparação para entrevista e imersão e aos amigos que conhecemos
pessoalmente e outros somente aqui na internet pelas informações, relatos,
etc. Marmé e Tati, valeu pela acolhida aí em Ville de Québec!

Alors, à la prochaine!

Psssst! Schon vom neuen GMX MultiMessenger geh=F6rt? Der kann`s mit allen:
http://www.gmx.net/de/go/multimessenger


Att;

Eng. Marcio Sung Su Jo
Nokia Siemens Networks
CMO LAT Care
(41) 8874 3954 =3D=3D> NOVO N=DAMERO

written by Gustavo Paixão \\ tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

nov 29

Antes de mais nada quero deixar claro que passo aqui minha
experiencia pessoal, e parte deste relato é o que eu escrevi no meu
blog sobre minhas impressões pessoais depois de morar aqui um mes.

Ao longo do tempo que decidi imigrar, foram vastas as informações que
obtive em blogs, em lista de discussão, etc. E mais vasta também
foram as opiniões se devemos ou não imigrar. Há os que são a favor e
os que são contra. Inclusive uns dias antes da minha saída do Brasil,
algumas pessoas da lista me perguntavam se valia ou não a pena.
O que dizer diante de tal questão, quando eu ainda nem tinha chegado
aqui?

Hoje após um mês aqui posso dizer que é uma experiencia dificil, pois
vc chega em um lugar totalmente estranho (nem tanto no meu caso),
onde vc tem que começar absolutamente do zero (ao menos no meu caso).
Mas, nem por isso é algo que não valha pena . O que eu posso dizer é
que até o momento tudo vai de encontro ao que eu tinha certeza que
iria encontrar e também algumas supresas inesperadas, mas nem por
isso ruins.

Hoje faz 30 dias que estou aqui, e quarta-feira eu recebi finalmente
meu PR card, foi um =ABgrande=BB acontecimento celebrado por meus amigos
daqui. Até o momento o PRcard e o o SIN são os unicos documentos que
eu consegui, a carte d’assurance maladie já foi pedida e claro que
tomará um tempo maior, como previsto. E o permis de conduire é uma
novela, que explicarei nos prós e contras de morar em um lugar mais
distante dos grandes centros no Canadá.

Durante toda minha pesquisa de imigração eu tinha direcionadao minha
ida para Montréal; mas, dois meses antes de sair do Brasil, eu decidi
vir para Val-D’Or (Abitibi =96Qc) ao invés de ir para uma grande cidade
como Montréal. Porque?

Achei que teria uma adaptação mais fácil, pelo fato de já ter morado
aqui antes, ter amigos e conhecidos na cidade. E saber que morando
aqui, eu voltaria mais facilmente a um francês fluente. E realmente
tudo isto aconteceu. Porém ter vindo aqui tem seus prós e contras,
que listarei abaixo :

1) Amigos (prós): durante todo este tempo, não teve um unico momento
de solidão; claro que tive momentos de saudades, mas nada que
o =ABskype=BB não resolva ao menos por hora, rsrsrsrs.
Mas, voltando aos amigos. A grande maioria deles são de canadenses,
quer dizer todos na cidade onde eu moro são canadenses. Lógico que
tenho apoio e contato de amigos brasileiros que estão morando em
Québec, Montréal, etc. Mas, no dia-a-dia; só canadense. Até o momento
não senti nenhum tipo de préconceito, de pessoas novas que conheci
desde que cheguei; muito pelo contrário a maioria mostra curiosidade
em saber por que escolhi Val-d’Or e sempre desejam que eu consiga me
estabelecer na região.
E os amigos que eu já conhecia estão sendo de grande apoio, me
acolheram em suas casas, me deram presentes, me convidam para sair,
jantar, fazer compras, etc. Enfim, sempre tem alguém por perto para
dizer um olá.

2) Francês (pros e contra): conviver em um lugar onde ninguém fala
minha língua materna é um =ABpró=BB enorme, já que sou obrigada a falar
francês o tempo todo. Mesmo sabendo bem francês os primeiros dias
foram dificeis, e ainda tenho muito o que reaprender. Algumas pessoas
são mais fáceis de entender outras mais dificeis, mas me sinto
realmente confiante com a língua e ela não é de forma alguma um
empecilho a minha adaptação, muito pelo contrário. Contra, aqui não
tem escritório do MICC, portanto não tem francisation. Eu pensei em
fazer ao menos um curso para desenvolver mais a escrita do francês e
tem curso para isto aqui sim, mas custa CAD$230,00. Como eu disse
tudo tem seus prós e contras.

3) Documentação : a maior parte dos documentos foi fácil obter como
como o PRcard (é feito no aeroporto o pedido), o SIN (já sai do
escritório aqui com o número em mãos e duas semanas depois recebi a
carta pelo correio), carte d’assurance maladie (também não foi
dificil, pedi o formulário por telefone e dias depois o recebi, fui a
um CLSC e agora é só aguardar).
Porém : permis de conduire, uma novela; mesmo tendo um SAAQ aqui
tenho que enviar meus documentos originais (passaporte, PRcard, CSQ,
confirmação de imigrante, carteira de habilitação do Brasil) até
Gatineau que é a cidade grande mais próxima. Isto quer dizer que além
de ficar não sei quantos dias sem nenhum documento, eles também não
se responsabilisam se o correio os perder , então nem pensar!!!!!
Equivalência de estudos pelo MICC : mesmo problema o escritório mais
próximo é en Gatineau. E assim por diante=85

4) Trabalho (contra) : eu sabia que minha área é bem difcil aqui, e é
um longo caminho conseguir uma equivalência. Tanto que já previa
voltar aos estudos, mas neste caso para mudar de área. O que já está
a caminho, já mandei meu pedido de admissão a universidade que me
interessa, agora é só esperar e ter uma boa nota no TFI (que é outro
documento que preciso viajar para obter). Mas, contava ao menos
conseguir um emprego por hora como assistente dentaire, mas apesar
dos inúmeros CV nenhuma resposta até o momento. Como espero um
retorno da faculdade não penso por hora em um emprego alternativo,
mas se até janeiro não conseguir nada, acredito que vou ter que ir
para uma cidade maior seja para seguir os estudos que quero, seja
para conseguir um emprego. Não que aqui não tenha oferta de empregos,
mas as vezes são proposta cujo meu perfil não se encaixa. Enquanto
que em Montréal a ofertas para assistante dentaire são inúmeras.

5) Imigrar em pleno inverno (contra) : eu cheguei junto com a neve,
não que eu não goste, eu sempre gostei. Mas, chegar no começo do
inverno significa gastar mais comprando roupa de inverno, visto que
depois de janeiro o preço das roupas de inverno entram em liquidação,
acredito que chegar no fim do inverno seja melhor para =ABmagaziner=BB. E
já li dicas para comprar artigos mais baratos no começo e depois
comprar outros, mas sinceramente acho isto besteira; pois passar frio
+ os pés molhados em pleno inverno =3D gripe. E com a dificuldade de
comprar remédios aqui e ver um médico; é melhor se garantir. Serm
contar que é mehor gastar uma vez só, ams se preparem se vestir apra
o inverno custa bem caro…..

6) Sistema publico de saúde (contra) : por sorte eu ainda não
precisei, mas se precisar já seiq eu serão horas de espera na
urgencia do hospital. Nem so canadenses que eu conheço aqui estam
satisfeitos. É o que mais se fala nas eleições provincias que
aconteceram em 10 dias. Tenho uma amiga, nascida e criada aqui que
até hoje não tem médico de familia, assim como outros tantos
canadenses em região. Agora imagina eu que acabei de chegar na
região.

Estes são os pontos que sei que mais preocupa os novos imigrantes.
Talvez nem todo mundo sinta como eu, mas esta é a realidade na qual
me encontro hoje.

No mais, eu estou bem e feliz da minha escolha. Espero no próximo mês
ter algum retorno dos projetos que eu já corria atrás.

Beijos e até breve

Chris
http://lejournalduneimmigre.blogspot.com/

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