
Site da École Quebec SP - www.ecolequebecsp.com.br
Rua Loefgreen, 919 Vila Clementino, 04040, São Paulo – SP (Metrô Santa Cruz)
Tel: (11)5083-2860
ecolequebec_sp@yahoo.ca
www.ecolequebecsp.com.br

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Eu já sabia!
Parabéns cris e sandra!
Su Jo
ps. eeu to em cwb até domingo!
2008/12/3 Cristiano Teixeira
Olá, Pessoal!
Passamos na entrevista e estamos com o sonhado CSQ nas mãos! Segue o
relato:
-INDO PARA SÃO PAULO
Nuvens negras se abateram sobre Curitiba na segunda feira … além do toró
que deixou a maior confusão, acabamos saindo tarde do trabalho, nos
atrasamos e perdemos o nosso vôo para São Paulo sagunda à noite. Como era o
último vôo saindo de Curitiba, o jeito foi transferir a passagem para terça
pela manhã e torcer pra nada dar errado. Pra remoer a raiva de perder o vôo
e a falta de vontade gastar mais R$60,00 em táxi, pegamos o ônibus pra ir do
aeroporto de volta pra casa. Chegando em casa eu resolvi dar uma rearrumada
nos nossos documentos pra entrevista.
Terça feira, toca pro aeroporto pra pegar o vôo das 8:30. Deu um medão
porque, embora tivesse sol (coisa rara a essa hora em Curitiba), tinha um
nevoeiro exatamente em cima do aeroporto … mas, no fim, o vôo saiu
certinho. Chegando em SP, fomos direto pra região do bureau pra ficar
cercando até a hora da entrevista, que seria às 14:00. Chegando lá,
encontramos um casal daqui de Curitiba que conhecemos no Centre Québec
durante nossos cursos de preparação e imersão (tomara que tenham passado).
Como todo mundo que chega bem antes da hora da entrevista, matamos o tempo
no shopping D&D que fica em frente ao bureau.
-A ENTREVISTA
=C0s 13:30, fomos ao prédio do bureau e vimos o pessoal (Soraia Tandel, Eddie
Alcide, Judith Grenon …) saindo pra almoçar. Decidimos enrolar um pouco na
calçada e olhar o povo passar até umas 15 pras 2. Fomos anunciados, subimos
e ficamos na sala de espera junto com mais 2 casais e um rapaz. Um dos
casais (A. e L.) eram de Curitiba tb. Outro casal era de Recife e eles
tinham transferido a entrevista para SP (eram casal mas fazendo entrevista
em separado, pois eram noivos ainda). O outro rapaz eu não sei dizer ….
O pessoal voltou do almoço e começaram a chamar os candidatos. O casal de
recife acabou fazendo a entrevista junto com o M. Eddie Alcide (tomara que
tenham passado). Em seguida, o casal de Curitiba foi chamado pela Mme.
Judith Grenon. Dali a pouco, a Mme Soraia Tandel nos chama e começa a
entrevista.
Lembramos dos conselhos da Prof. Genevi=E8ve e fomos proativos desde o
momento de fazer os cumprimentos, creio que fez bastante diferença durante a
entrevista. A Mme Soraia começou nos explicando que o nosso dossier havia
sido analisado e ela ia fazer uma verificação e avaliação geral. Começou
pedindo o meu passaporte, notou o visto de séjour temporaire para o Canadá e
quis saber aonde tínhamos ido e por quanto tempo. Expliquei que fomos a
Ville de Québec visitar amigos por 4 dias e a Montréal por 2 semanas para
fazer um curso de francês. Já entreguei para ela o certificado do curso e a
carta de aceitação da escola. Ela pareceu bem satisfeita em ver que nós
tínhamos ido ao Québec para conhecer e aprimorar o francês.
Em seguida, pediu o meu diploma e histórico. Fez comentários em relação ao
curso ser de engenharia mesmo, já que a minha escola (CEFET-PR, atualmente
UTFPR) também possui curso de tecnologia e curso técnico. Perguntou o número
de anos do curso, quanto tempo demorei pra concluir e se deu por satisfeita.
Depois, quis saber sobre a minha experiência profissional e o que fazia
como engenheiro na empresa onde trabalho. Eu expliquei que era engenheiro de
desenvolvimento e blá, blá, blá. Perguntou o que eu queria fazer no Québec e
eu falei que queria trabalhar como engenheiro mesmo em Ville de Québec, mas
sabia que precisaria da aceitação da OIQ, mas que em VQ há o Centre RIRE2000
que auxilia os imigrantes durante o processo da OIQ.
Ela quis saber se já havia feito alguma procura de emprego e mostrei vagas
que achei no mercado interno da empresa que trabalho (que possui escritórios
no Canadá), vagas do Jobboom, Monster e EmploiQuébec, mostrando que haviam
boas ofertas em Ville de Québec, embora a maioria das oportunidades
estivesse em Montréal. Em seguida ela perguntou o que eu faria até obter a
aceitação da OIQ e eu disse que poderia trabalhar em áreas correlatas, mas
que não tinham o título de engenheiro, como Analiste Programmeur, etc.. Ela
se deu por satisfeita.
Depois, confirmou comigo que eu tinha feito francês na Aliança Francesa,
mas nem pediu a declaração de horas atualizada, só marcou lá no computador
que havia feito na AF mais um curso em Montréal.
Em certo momento, ela perguntou sobre filhos e a gente disse que ainda não
os tínhamos e que esperávamos para ter “des petits québecois” … hehehe.
A conversa estava bem descontraída e a minha esposa também falava. =C0s
vezes, a Mme Soraia cortava e dizia que ela que eu respondesse …
Depois, chegou a vez da minha esposa. A Mme Soraia pediu o diploma,
confirmou a experiência profissional, o que fazia no trabalho e só.
Logo após, se dirigiu a nós e proferiu a tão esperada frase “Félicitations,
vous êtes acceptés au Québec”. Disse que só iria organizar os dados no
sistema para imprimir o CSQ e depois passaria as informações para as etapas
seguintes.
O interessante é que para o nível de Inglês, ela simplesmente me perguntou
(em francês mesmo) se eu achava que falava melhor francês ou inglês.. Eu
respondi (em francês mesmo) que, para uma conversa do dia a dia, eu achava
que meu francês era melhor, já que o meu inglês é utilizado somente
profissionalmente para assuntos técnicos, com construções de frases mais
simples e que, embora falasse inglês há mais tempo, achava que o francês era
melhor. A minha esposa disse que não concordava muito, que eu falava bem
inglês, mas a Mme Soraia disse que tudo bem, ela ia marcar o inglês com um
nível um pouco abaixo do francês e que a gente não dependia desses pontos,
então eles evitam falar em inglês para não misturar na cabeça do
entrevistado … em momento algum pediu declarações nível de inglês.
Ao emitir o CSQ, para a minha surpresa, eu fui avaliado como francófono e a
minha esposa como NF. No sistema, ela tinha colocado o meu nível como 7
(avancé) e a minha esposa como 6(fin intérmediaire), numa escala de 1 a 10,
mesmo a gente tendo os mesmos cursos a gente achar que temos o mesmo nível.
Talvez tenha colocado assim porque acabei falando bem mais na entrevista, já
que era o requerente principal.
Depois, recebemos o Apprendre le Québec, algumas folhas com informações e
declarações e quis saber aonde tínhamos tomado conhecimento sobre o programa
de imigração e eu disse que foi pela entrevista que ela tinha dado à CBN ano
passado aqui em Curitiba e pela posterior palestra. Ela pareceu bem
satisteita e nos felicitou, disse que ficava muito contente por termos
escolhido Ville de Québec e nos desejou boa sorte. Saímos da sala bem
contentes e tentamos tranquilizar o pessoal que estava na sala de espera.
Bom, assim foi a entrevista. Mme Soraia não pediu muitos documentos, só
olhou bem os passaportes, os diplomas de engenharia e as carteiras
profissionais. O assuntos iam surgindo e eu sempre tentava dizer por mim
mesmo informações que eu sabia que ela iria acabar perguntando, como a
cidade para onde gostaríamos de ir.
Foi tudo tão tranquilo que nem me lembrei de marcar o tempo exatamente,
tudo se passou em torno de 30 minutos.
-A VOLTA
Saindo do bureau, descemos o elevador com o casal A. L. de Curitiba (eles
passaram também – Félicitations). Como estavam visitando parentes de carro,
gentilmente nos deixaram em uma estação de metrô para podermos chegar
facilmente à rodoviária (é isso aí … a ida é de avião, mas a volta é de
buzão). Se vocês estiverem lendo, faz favor de entrar em contato pra
marcarmos uma pizza de comemoração!
Pegamos o ônibus das 17:00 e chegamos aqui em Curitiba à meia noite e meia,
ufa!
Bom, é esse o nosso longo relato da entrevista de seleção! O bureau é bem
tranquilo, eles tentam deixar um ambiente de calma na sala de espera, a sala
aonte acontece a entrevista é bem agradável. Não tem o que se preocupar.
Ninguém está lá pra reprovar ninguém, basta manter a calma e deixar o
francês fluir.
Agradecimentos a A. e L. por nos ter ajudado ali na saída do Bureau (entrem
em contato), às nossas professoras do curso regular da Aliança Francesa
(Letícia, Rosangela, Julia, Nonô e Marisa), o pessoal do Centre Québec, com
a prof Genevi=E8ve, que nos deu dicas muito boas durante os cursos de
preparação para entrevista e imersão e aos amigos que conhecemos
pessoalmente e outros somente aqui na internet pelas informações, relatos,
etc. Marmé e Tati, valeu pela acolhida aí em Ville de Québec!
Alors, à la prochaine!
–
Psssst! Schon vom neuen GMX MultiMessenger geh=F6rt? Der kann`s mit allen:
http://www.gmx.net/de/go/multimessenger
–
Att;
Eng. Marcio Sung Su Jo
Nokia Siemens Networks
CMO LAT Care
(41) 8874 3954 =3D=3D> NOVO N=DAMERO
Fiz um curso de francês na França ano passado e eles passaram alguns
episódios do “seriado” Un gars et une fille, tipo “Os Normais”.
Achei muito legal porque você pode começar a entender o francês do dia-a-dia
com algumas gírias. E eles são muito engraçados.
Recomendo repetir o video várias vezes para um melhor entendimento.
Infelizmente eles falam muito rápido.
Un gars et une fille versão da França
http://www.youtube.com/view_play_list?p=3DC9481988C87816D5
Un gars et une fille versão do Québec
http://www.youtube.com/view_play_list?p=3D4CFD2C24A4BCE2A7
Abraços,
Rebeca Correa
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